"Sim à Paz! Não à NATO!"

Leia aqui o folheto da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"

Leia aqui o folheto da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"

A decisão dos Estados Unidos de reconhecer a ocupação dos Montes Golã por Israel é um ato contra o direito internacional e contra a paz.
A decisão dos Estados Unidos de reconhecer como legitima, a ocupação, por Israel, do território sírio dos Montes Golã, é uma flagrante violação do direito internacional, um desrespeito pelas decisões da Organização das Nações Unidas e um grave atentado à estabilidade e à paz no Médio Oriente.
O Conselho Português para Paz e Cooperação condena veementemente tal decisão, assumida pelos Estados Unidos e por Israel, e manifesta a sua solidariedade ao povo e à República Árabe Síria.

No momento em que se cumprem 20 anos da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia a Sérvia e o Montenegro), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para a população jugoslava.
De 24 de Março a 10 de Junho de 1999, durante 78 dias de bárbaros bombardeamentos da NATO, que visaram a destruição de numerosas infraestruturas económicas e sociais da Jugoslávia, foram mortas quatro mil pessoas e muitos milhares foram feridas. Mas o calar das armas dos agressores não pôs fim ao massacre: de então para cá, sérvios e montenegrinos perecem vítimas de doenças do foro oncológico provocadas pela utilização por parte das forças da NATO de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por muitos anos.

É com grande preocupação que as organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz seguem o rumo acelerado de aprofundamento da militarização da União Europeia (UE).
As organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz apelam ao envolvimento e à acção resoluta e convergente de todas as organizações e indivíduos que defendam a paz para que rejeitem e se oponham à militarização da UE – a UE, sozinha e/ou com a NATO, está a actuar contra os povos.