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Concentrações | Solidariedade com a Palestina | Fim à agressão | Fim à ocupação

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Fim à agressão e à ocupação na Palestina!
• É urgente travar a agressão contra o povo palestiniano!
• É urgente pôr fim aos bombardeamentos israelitas de Gaza que já provocaram largas dezenas de mortos e centenas de feridos – muitos dos quais crianças!
• É urgente pôr fim à expulsão dos palestinianos das suas casas e terrenos, aos colonatos e à ocupação!
• É urgente impedir a política de terrorismo de Estado que visa inviabilizar a criação do Estado da Palestina!
• É urgente pôr cobro à impunidade de Israel, aos seus crimes, às suas reiteradas violações do Direito Internacional!
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Fim à repressão! Paz, democracia e justiça social na Colômbia

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua fraterna solidariedade à corajosa luta do povo colombiano pela paz, a democracia e a justiça social, expressa nas grandiosas greves e manifestações que desde há vários dias se realizam em todo o país.
Os protestos, iniciados contra a imposição de uma nova lei tributária – que deu origem à convocação de uma greve nacional a 28 de Abril – rapidamente evoluíram para a contestação de todo o regime que vigora na Colômbia, extremamente injusto, violento, repressivo e fascizante.
A brutal repressão exercida pelo governo Iván Duque que sobre eles se abateu provocou centenas de mortos, feridos e detidos, que se somam às centenas de antigos guerrilheiros, dirigentes sindicais e do movimento camponês, militantes e activistas de forças de esquerda assassinados pelos grupos paramilitares fascistas, com conhecidas ligações ao Estado colombiano e ao narcotráfico.
Esta violência estrutural e sistémica do regime colombiano, não suscitou qualquer reacção dos que se autodenominam de ‘comunidade internacional’, sempre tão lestos a impor sanções e bloqueios ilegais e injustos em nome da ‘democracia’ e dos ‘direitos humanos’.
A Colômbia é o principal aliado dos Estados Unidos da América na região, acolhendo bases, instalações e forças militares norte-americanas e constituindo-se como um instrumento central para os objectivos do imperialismo na região: as constantes tensões contra a República Bolivariana da Venezuela, expressas nas provocações junto à fronteira e na própria tentativa de invasão mercenária do início de 2020 são apenas dois exemplos.
O CPPC reclama:
• O fim da repressão, dos assassinatos e dos massacres;
• O cumprimento, pelo governo colombiano, dos Acordos de Paz de Havana;
• O fim da política de ingerência e desestabilização por parte do governo de Iván Duque contra a República Bolivariana da Venezuela

Contra a violência e a ocupação! | Pelos direitos nacionais do povo da Palestina

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena firmemente a violência exercida nos últimos dias pelo exército, polícia e colonos israelitas contra palestinos em Jerusalém Oriental e noutros territórios da Palestina ocupada, com a expulsão de populações das suas habitações em Sheik Jarrah e, em pleno Ramadão, o impedimento de acesso à mesquita de Al-Aqsa, considerada como o terceiro local mais importante da religião islâmica situado no coração da Cidade Santa de Jerusalém.
Longe de ser um caso inédito ou isolado, este é o duro quotidiano de um povo que vive há décadas sob uma ocupação ilegal do seu território e sujeito a todo o tipo de arbitrariedades, desde logo a intenção de expulsar residentes palestinos de Jerusalém Oriental, que Israel pretende anexar para aí instalar a sua capital, em claro confronto com sucessivas resoluções das Nações Unidas. A anterior administração dos EUA, de Trump, deu cobertura ao objetivo do Governo israelita de proclamar, de forma ilegal e provocatória, Jerusalém como capital de Israel, posição que a administração Biden não reverteu.
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48º Aniversário da criação de Frente Polisário

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a Frente Polisário, legítima representante do povo sarauí, por ocasião do 48.º aniversário da sua criação, a 10 de maio de 1973, reconhecendo o seu papel determinante na luta contra o colonialismo e pelo reconhecimento do direito inalienável do povo do Saara Ocidental à autodeterminação e a uma pátria livre e soberana nesse território, no que se inscreve a proclamação da República Árabe Sarauí Democrática (RASD) em 1976.
A Frente Polisário foi criada depois de resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas a determinar, respetivamente, a descolonização do território (Resolução 1514, de 1960) e o direito do povo sarauí à autodeterminação (Resolução 2229, de 1966). No entanto, a potência colonial à época, Espanha, não só incumpriu com aquelas resoluções mas também deu azo à ocupação do Sara Ocidental pelo Reino de Marrocos, em 1975.
A Frente Polisário organizou a resistência armada ao invasor e a 27 de fevereiro de 1976 proclamou a RASD na parte libertada do seu território. Dois terços do Sara Ocidental continuam, no entanto, sob ocupação ilegal do Reino de Marrocos, apesar de este ter ficado obrigado pelo acordo de cessar-fogo de 1991 à realização de um referendo pela independência.
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