O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) subscreveu a carta que apela aos Estados de todo o mundo para que apoiem o processo da África do Sul que...
Muitos milhares de pessoas participaram na manifestação "Paz no Médio Oriente, Palestina independente", que simbolicamente uniu as embaixadas dos EUA e de...
Laura Lopes tem a sua assinatura no documento que deu existência legal ao Conselho Português para a Paz e Cooperação, datado de 24 de Abril de 1976. Fosse só...
Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...
O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...
Description: Foi uma importante e animada conversa sobre cinema e paz, com a participação do jornalista da RTP, Mário Augusto, que deu exemplos muito interessantes da vida do cinema, designadamente a partir do filme de Charlie Chaplin, "O grande ditador" e o seu notável discurso sobre a paz, o qual, apesar de já ter mais de 80 anos, mantém traços de grande actualidade.
Esta foi a primeira iniciativa do CPPC do novo ciclo de conversas da paz, em Vila Nova de Gaia, no Espaço da Paz.
Conversa sobre Cinema e Paz_2
Description: Foi uma importante e animada conversa sobre cinema e paz, com a participação do jornalista da RTP, Mário Augusto, que deu exemplos muito interessantes da vida do cinema, designadamente a partir do filme de Charlie Chaplin, "O grande ditador" e o seu notável discurso sobre a paz, o qual, apesar de já ter mais de 80 anos, mantém traços de grande actualidade.
Esta foi a primeira iniciativa do CPPC do novo ciclo de conversas da paz, em Vila Nova de Gaia, no Espaço da Paz.
Conversa sobre Cinema e Paz_3
Description: Foi uma importante e animada conversa sobre cinema e paz, com a participação do jornalista da RTP, Mário Augusto, que deu exemplos muito interessantes da vida do cinema, designadamente a partir do filme de Charlie Chaplin, "O grande ditador" e o seu notável discurso sobre a paz, o qual, apesar de já ter mais de 80 anos, mantém traços de grande actualidade.
Esta foi a primeira iniciativa do CPPC do novo ciclo de conversas da paz, em Vila Nova de Gaia, no Espaço da Paz.
Conversa sobre Cinema e Paz_4
Description: Foi uma importante e animada conversa sobre cinema e paz, com a participação do jornalista da RTP, Mário Augusto, que deu exemplos muito interessantes da vida do cinema, designadamente a partir do filme de Charlie Chaplin, "O grande ditador" e o seu notável discurso sobre a paz, o qual, apesar de já ter mais de 80 anos, mantém traços de grande actualidade.
Esta foi a primeira iniciativa do CPPC do novo ciclo de conversas da paz, em Vila Nova de Gaia, no Espaço da Paz.
Boas Festas!_1
Description: Estimado/a Amigo/a da Paz
Votos de Boas Festas com saúde, energia e esperança renovada para 2022, na defesa da justiça e da paz.
Continuaremos a contar com a sua generosidade e o empenhamento de todos os amantes da paz na resposta às exigências dos tempos conturbados que vivemos.
Após a Assembleia da Paz que o Conselho Português para a Paz e Cooperação recentemente realizou, elegendo os seus órgãos sociais e aprovando um Programa de Acção para o próximo biénio, iremos concretizar os desafios lançados no Apelo do II Encontro Pela Paz, de 5 de Junho passado, que decorreu em Setúbal, procurando reforçar o movimento da paz em estreita ligação com as organizações e instituições que estiveram empenhadas na organização e realização deste importante Encontro.
Iremos também prosseguir com os Concertos pela Paz, estando já calendarizados quatro, sendo o primeiro em Viana do Castelo no próximo dia 29 de Janeiro, alargar o âmbito da educação para a paz em colaboração com professores e autarquias, desenvolver campanhas de solidariedade com os povos vítimas de ingerências, bloqueios, sanções e guerras, denunciando as suas causas e exigindo o cumprimento da Constituição da República Portuguesa e dos princípios da Carta das Nações Unidas.
Para prosseguir e reforçarmos estas frentes de trabalho e as acrescidas exigências que se colocam neste momento tão complexo, continuamos a contar com a sua empenhada colaboração.
Reafirmando que, pela Paz, todos não somos demais, aguardamos a sua compreensão e agradecemos todo o apoio que possa prestar à causa da Paz.
Com os nossos agradecimentos e saudações de Paz
A Direção Nacional do CPPC
Lisboa, 20 de Dezembro de 2021
Almoço da Paz | Porto 2022_1
Description: No próximo dia 15 de Janeiro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizará um Almoço da Paz, no Porto! ??
CPPC esteve presente em manifestação pela Paz em Brest - França _1
Description: A convite do Movimento da Paz francês (Mouvement de la Paix), o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 9 de janeiro, em Brest, França, numa manifestação por uma Europa activa pela Paz, onde participaram centenas de pessoas, que denunciaram a Cimeira de ministros de negócios estrangeiros e da defesa de países que integram a União Europeia que se reunirá nesta cidade nos dias 12 e 13 de Janeiro, assim como os seus objetivos belicistas.
Esta cimeira, com que se inicia a presidência francesa do Conselho da UE, insere-se no esforço de aceleração do processo de militarização da União Europeia e de concretização da UE como o pilar europeu da NATO.
Brest é um lugar particularmente simbólico, visto ser uma cidade onde está instalada uma das bases militares francesas que estaciona um maior número de armas nucleares. A realização da manifestação nesta cidade assume, assim e igualmente, um carácter de denúncia dos perigos da NATO e da militarização da UE e criação do chamado “exército europeu” como indissociáveis dos riscos catastróficos que as armas nucleares representam para a Humanidade.
A militarização da UE tem vindo a concretizar-se, nomeadamente, através da criação da "Cooperação Estruturada Permanente" (PESCO), do denominado "Fundo Europeu de Defesa", pela implementação de um programa para o desenvolvimento da indústria de armamento, ou com os denominados “grupos de
combate” da UE, o que implica não só a utilização de mais meios financeiros da UE para a sua política belicista, como o aumento das despesas militares em cada um dos países que a integra.
Trata-se de um processo que – não sem contradições – converge com a política externa dos EUA e que assume a UE como o pilar europeu da NATO e a sua militarização como complementar a este bloco político-militar agressivo.
Nesta cimeira será debatida a chamada “bússola estratégica” da União Europeia, ou seja, a proposta de um conceito estratégico com o objetivo de relançar a capacidade estratégica autónoma de intervenção militar da UE – sempre à medida dos interesses das grandes potências da UE, incluindo da França – que deverá ser adoptada durante o próximo Conselho Europeu, em Março, antes da definição do próximo conceito estratégico da NATO, que deverá ser adoptado durante a Cimeira que terá lugar em Madrid, nos
dias 29 e 30 de Junho.
A manifestação foi precedida da realização de dois debates que contaram com a participação de largas dezenas de pessoas e de organizações que intervieram denunciando e rejeitando a política agressiva e de confrontação da NATO e da UE e, em particular, o aumento do financiamento para esta política belicista, designadamente para a renovação das armas nucleares, como tem vindo a ser feito pela França.
Nas suas intervenções, o CPPC deixou claro o seu compromisso de rejeição da NATO e da militarização da UE, frisando a importância de:
- exigir o fim da militarização da UE e das suas missões de ingerência em diversos países;
- afirmar Sim à Paz e Não à NATO e exigir a sua dissolução;
- dizer não à corrida aos armamentos e exigir a redução das despesas militares e a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva;
O CPPC afirmou ainda que, indissociável destas exigências, é também necessário defender os princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, o direito dos povos à autodeterminação, a soberania e a independência nacional, a solução pacífica dos conflitos internacionais, o desarmamento
universal, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares, a cooperação entre os povos e países para o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma nova ordem internacional de paz e progresso social!
CPPC esteve presente em manifestação pela Paz em Brest - França _2
Description: A convite do Movimento da Paz francês (Mouvement de la Paix), o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 9 de janeiro, em Brest, França, numa manifestação por uma Europa activa pela Paz, onde participaram centenas de pessoas, que denunciaram a Cimeira de ministros de negócios estrangeiros e da defesa de países que integram a União Europeia que se reunirá nesta cidade nos dias 12 e 13 de Janeiro, assim como os seus objetivos belicistas.
Esta cimeira, com que se inicia a presidência francesa do Conselho da UE, insere-se no esforço de aceleração do processo de militarização da União Europeia e de concretização da UE como o pilar europeu da NATO.
Brest é um lugar particularmente simbólico, visto ser uma cidade onde está instalada uma das bases militares francesas que estaciona um maior número de armas nucleares. A realização da manifestação nesta cidade assume, assim e igualmente, um carácter de denúncia dos perigos da NATO e da militarização da UE e criação do chamado “exército europeu” como indissociáveis dos riscos catastróficos que as armas nucleares representam para a Humanidade.
A militarização da UE tem vindo a concretizar-se, nomeadamente, através da criação da "Cooperação Estruturada Permanente" (PESCO), do denominado "Fundo Europeu de Defesa", pela implementação de um programa para o desenvolvimento da indústria de armamento, ou com os denominados “grupos de
combate” da UE, o que implica não só a utilização de mais meios financeiros da UE para a sua política belicista, como o aumento das despesas militares em cada um dos países que a integra.
Trata-se de um processo que – não sem contradições – converge com a política externa dos EUA e que assume a UE como o pilar europeu da NATO e a sua militarização como complementar a este bloco político-militar agressivo.
Nesta cimeira será debatida a chamada “bússola estratégica” da União Europeia, ou seja, a proposta de um conceito estratégico com o objetivo de relançar a capacidade estratégica autónoma de intervenção militar da UE – sempre à medida dos interesses das grandes potências da UE, incluindo da França – que deverá ser adoptada durante o próximo Conselho Europeu, em Março, antes da definição do próximo conceito estratégico da NATO, que deverá ser adoptado durante a Cimeira que terá lugar em Madrid, nos
dias 29 e 30 de Junho.
A manifestação foi precedida da realização de dois debates que contaram com a participação de largas dezenas de pessoas e de organizações que intervieram denunciando e rejeitando a política agressiva e de confrontação da NATO e da UE e, em particular, o aumento do financiamento para esta política belicista, designadamente para a renovação das armas nucleares, como tem vindo a ser feito pela França.
Nas suas intervenções, o CPPC deixou claro o seu compromisso de rejeição da NATO e da militarização da UE, frisando a importância de:
- exigir o fim da militarização da UE e das suas missões de ingerência em diversos países;
- afirmar Sim à Paz e Não à NATO e exigir a sua dissolução;
- dizer não à corrida aos armamentos e exigir a redução das despesas militares e a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva;
O CPPC afirmou ainda que, indissociável destas exigências, é também necessário defender os princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, o direito dos povos à autodeterminação, a soberania e a independência nacional, a solução pacífica dos conflitos internacionais, o desarmamento
universal, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares, a cooperação entre os povos e países para o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma nova ordem internacional de paz e progresso social!